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O calor do mês de agosto chegou, e trouxe com ele notícias bem fresquinhas. Mr. Carly é o artista do mês de Agosto do Mais Kizomba. Fica a conhecer melhor a sua biografia.

Carlos Neves nascido a 4 de novembro de 1992, na Cidade da Praia em Cabo Verde, Iniciou-se no mundo da música primeiramente através do kuduro, e só mais tarde descobriu a sua verdadeira vocação, a Kizomba.

Foi no ano de 2014 que lançou o grande sucesso " você me kuya", a sua rampa de lançamento no mercado, aproveitando o carinho do público lança o seu primeiro EP "Teu Panco". Um pouco mais tarde em 2015 lançou seu segundo EP de nome " Fruto Proibido " este chega também ao público de uma forma muito positiva.

Mr Carly pertence ao grupo Hot Family e é também um caça talentos, ajudando a lançar muitos artistas no mercado da música. Mas as surpresas não ficam por aqui, o talentoso Artista é também o detentor do hino Mais Kizomba.

Recentemente em 2016 lançou no mercado a sua primeira música com videoclip, "Tarzan", que atingiu em duas semanas mais de 100.000 visualizações. Esta música pertence ao seu primeiro álbum de nome "Minha Rainha" que afirma Mr Carly no mercado de música africana.

Vê aqui a entrevista com a nossa apresentadora Andreia Filipe.

mrcarly

Já estamos no mês de Julho e por isso já temos muitas novidades para ti! O artista deste mês do Mais Kizomba é o carismático e talentoso produtor e músico Loony Johnson. Fica a conhecer mais pormenores sobre a carreira deste grande artista na nossa entrevista. Não percas!

O grande artista Loony Johnson lançou em março deste ano o seu 3º álbum, Believe, este conta com a participação de Anselmo Ralph, NGA, C4 Pedro, Nelson Freitas e Landric.

Loony Johnson o fundador da Loonatic Boy, que produziu musicas como; Miúda Linda de Nelson Freitas e Vamos Ficar Por Aqui de C4 Pedro entre muitas outras, iníciou-se no mundo da música primeiramente como DJ, passando pelas mais conceituadas discotecas do país. Foi numa destas discotecas que teve a sorte de conhecer grandes talentos da música africana como; Nichols, Phillip Monteiro e Kaysha entre outros, e foi em parceria com este último artista que Loony Johnson gravou a sua primeira música (Angel).

O artista português de descendência cabo-verdiana também foi co-proprietário da TLDreamz (Tó Semedo e Loony Johnson) .

Para já o artista está focado na divulgação do novo álbum Belive, bem como da projeção da sua produtora Loonatic Boy.

Loony Johnson: Artista do Mês (Julho 2016)

Estamos em Julho e como já é habitual o Mais Kizomba apresenta em pormenor um grande artista. Loony Johnson é o nosso Artista do Mês. Não percam esta grande entrevista com a nossa apresentadora Andreia Filipe.

Publicado por Mais Kizomba em Sexta-feira, 1 de Julho de 2016

loonyjohnson

 

Com o enorme sucesso que a Kizomba está a fazer em Portugal, nada melhor que vos dar a conhecer o grupo pioneiro em Portugal. Os Irmãos Verdades são os escolhidos para o artista do mês de Junho no Mais Kizomba.

Os pioneiros da Kizomba em Portugal, na verdade iniciaram-se no mundo da música em 1986 através da dança, eram um grupo de 14 elementos e faziam parte da banda, "Duo Ouro Negro". Um pouco mais tarde, em 1989, alguns desses elementos passam a fazer parte da banda como músicos de Raul Indypwo (Duo Ouro Negro) sendo que os restantes continuaram como bailarinos. Com este projecto percorreram inúmeros países e pisaram palcos como o Olympia em Paris ou mesmo as melhores salas dos E.U.A. e Canadá.

O 1º trabalho surge em 1993 com o nome "Saudades de África" e logo se tornou uma referencia musical. Em 1997 nasce o 2º álbum de nome "Fusão", de onde surgiu o grande êxito, cantado e dançado até aos dias de hoje, Yolanda. Mas o grupo continuou a somar sucessos atrás de de sucessos, a prova disso são músicas que também se tornaram hinos da banda como, "Amar- te assim" e "Só mais um beijo", grandes êxitos do 4º álbum lançado em 2001.

Habituados a actuar em grandes salas de espetáculos e para milhares de pessoas, os Irmãos Verdades fazem um espetacular concerto no coliseu de Lisboa em 2009,  onde gravam um Cd ao vivo " Ao Vivo no Coliseu". Mas neste texto estão apenas referenciados alguns dos álbum lançados por esta banda, bem como só alguns dos seus inúmeros sucessos. Recentemente os pioneiros da Kizomba em Portugal lançaram mais um álbum, "Irmãos Verdades", onde já se destacam pelo seu sucesso a música "Perdoa-me" e "Cartas".

Os irmãos Verdades são actualmente constituídos por:

Vê aqui a grande entrevista aos Irmãos Verdades, com a nossa apresentadora Andreia Filipe.

irmaosverdades

Estamos em Maio e como já é habitual o Mais Kizomba apresenta em pormenor um grande cantor. Mylson é o nosso artista do mês de Maio.

Edmilson, nasceu a 19 junho 1994 no Lubango, ficou conhecido como Mylson ao lançar o seu primeiro tema "Deixa eu te amar", tema este que teve um enorme sucesso e ao qual se seguiu o seu primeiro álbum "Primeiro passo".

Mylson mudou-se para Luanda aos cinco anos de idade e em 2014 tornou Glasgow na Escócia a sua morada oficial até aos dias de hoje.

Desde muito cedo o cantor e compositor demonstrou muito interesse pela música, seguia atentamente o trabalho de Heavy C e Anselmo Ralph, mais tarde interessou-se pela música de Trey Songz este último cantor representa o despertar para um estilo que até hoje é o seu favorito R&B.

Mylson começou a escrever as próprias músicas por volta dos 15 anos e nessa altura, juntamente com um amigo de escola Aírton Culanda, fizeram uma dupla. Foi em 2010 que a música destes dois amigos chegou aos ouvidos do promotor Mahinga e do produtor Aires, ambos adoraram o tema e decidiram lançar os Deliriuz, embora pouco tempo depois esta dupla tenha sido dissolvida.

Agora com 21 anos e com o lançamento do seu primeiro álbum que conta com vários géneros musicais como R&B, Zouk e Kizomba, Mylson afirma ter sido muito difícil chegar onde chegou e confessa também que ter ganho em 2014 o prémio "artista revelação" do top Rádio Luanda e o convite para atuar no Angola Music Awards abriram muitas portas para a realização do sonho deste grande artista.

Ficha Técnica

  • Nome artístico: Mylson
  • Nome real: Edmilson Emanuel Amaro de Carvalho
  • Data de nascimento: 19-06-1994
  • Naturalidade: Lubango, Angola
  • Curiosidade: Sempre adorou desde criança cantar no banho
  • Facebook: https://www.facebook.com/mylsonoficial

Entrevista

mylson

A primavera chegou e trouxe com ela o mês de abril, este por sua vez vem recheado de talento. Fiquem a conhecer melhor a Artista do Mês do Mais Kizomba, a linda e talentosa Pérola!

Filha de pai advogado e de mãe médica, Jandira Sassingui Neto, mais conhecida como Pérola, nasceu no Huambo a 28 de Abril de 1983. A cantora e compositora começou a cantar com apenas 8 anos de idade, para a família e vizinhos, entretendo-os a todos com as suas performances.

Aos 9 anos, Pérola juntamente com a sua família, muda-se para Luanda e aos 13 anos viaja novamente, desta vez para a capital da  república da Namibia, onde estudou Direito na universidade de Pretória na África do Sul.

A cantora que também é advogada, teve a sua primeira oportunidade no mundo da música, ao participar no concurso Cocacola Popstar, onde não teve a oportunidade de continuar em frente por não ser Sul Africana.Mas foi com esta porta que se fechou, que a talentosa artista ganhou força para ir mais longe, decidida a lançar-se a solo, Pérola grava o seu primeiro trabalho "os meus sentimentos", título que reflete a saudade de Angola.

A música com mais destaque inicial deste albúm foi "Break it", musica que lançou a artista para a ribalta.

Entre 2005 e 2010, a artista ganhou inumeros prémios, sendo de destacar o prémio Kora, que venceu como melhor artista.

Pérola tem uma filha, Valentine, e é casada com Sérgio Neto, diretor executivo da Semba comunicação.

O seu mais recente trabalho intitula-se " mais de mim " e é, na sua opinião, um trabalho mais maduro. A cantora revela que a maternidade traz maturidade e experiência, e que tal se reflete na sua musica. 

Ficha técnica

  • Nome artístico - Pérola
  • Nome real- Jandira Sassingui Neto
  • Data de Nascimento - 28 de abril de 1983
  • Naturalidade - Huambo
  • Cor preferida - cores quentes
  • Prendas preferidas - malas, bijous, etc
  • O mais importante - a  filha e a famíliia
  • Página de Facebook: https://www.facebook.com/perolapaginaoficial
  • Mensagem aos fãs - "quero agradecer o carinho que têm pela minha musica,  continuem a apoiar a mim e a todos os artistas , a musica só nos faz bem, faz-nos reflectir em coisas boas"

perola

Todos os meses trazemos novidades, mas no mês de Março trazemos quatro vezes mais. Os Intocáveis foram escolhidos como Artista do Mês, fica a saber mais sobre eles no teu Mais Kizomba!

Os Intocáveis são uma banda criada em 2011 no Algarve, na cidade de Portimão, constituída por quatro elementos, António Raimundo (Tony Boy) e Nilvan Chissumba (Netscreen), ambos de origem moçambicana e Carlos Alfredo (Kappalifha) e Donay Neto (MonkeyBonne), de origem angolana. E o porquê destes nomes artísticos? Perguntam vocês e nós tiramos a curiosidade: Tony Boy vem do nome próprio, António, que o cantor adotou até hoje, após os amigos começarem a tratá-lo dessa forma; já o Netscreen escolheu o próprio nome, durante a altura em que fazia freestyle na escola; Kappalifha provém dos anteriores nomes Putt Kappa ou Lil Kappa, que mais tarde decidiu mudar para o nome atual, por considerar ser mais adequado; MonkeyBonne porque no basquetebol saltava muito alto e tinha uma estrutura magra, daí o nome ‘osso de macaco’.

Os quatro elementos têm vários pontos de ligação no seu percurso, mas vale a pena mencionar a história de cada um. Tony Boy nasceu em 1992 em Maputo, Moçambique, onde passou a sua infância e teve o primeiro contato com a música, através de amigos que cantavam. Foi convidado a cantar no estúdio de um amigo, com o objetivo de gravar uma música, algo que começou como brincadeira, uma vez que desconhecia esse talento. “Não estava a levar a sério porque eu era um no meio de muitos”, conta. O fato é que surpreendeu e a faixa começou por passar na rádio. Em 2010 vem para Portugal com o objetivo de estudar, acabando por permanecer no país. Netcreen, nascido em 1992 em Moçambique, já na escola fazia as suas próprias rimas, formando um grupo com um amigo da altura, com o qual fez uma primeira gravação muito precária. Em 2007, surge a oportunidade de fazer uma gravação em estúdio, um primeiro trabalho que alcançou as rádios do país com muita adesão. Veio para Portugal com 17 anos com o objetivo de estudar, trabalhar e voltar para África, algo que não chegou a acontecer devido à formação do grupo.

Kappalifha nasceu em 1992 em Luanda, Angola. Em 1999 vem pela primeira vez para Portugal, vivendo no Barreiro, depois Odivelas, até voltar em 2004 para o país de origem. “Onde houver barulho eu estou lá”, diz o cantor, que desde cedo via músicas na televisão e cantava como se fossem suas, fã convicto de Michael Jackson. Teve contato com o kuduro no regresso a Angola, gravando algumas faixas em estúdio, na altura com produção de Dj Cherif e Dj Piloso, mas rapidamente percebeu que o estilo não tinha consistência em Portugal. De volta ao país, estagiou na rádio da escola onde cantava, fazia publicidades e aberturas de shows mas, apesar de fazer aquilo que gostava, sentia que precisava de um grupo para conseguir criar algo que as pessoas aceitassem. Também angolano, MonkeyBonne nasce em 1992 no Lobito, Angola, tendo vindo primeiramente a Portugal em 1999 para passar férias com a família, voltando no ano seguinte de forma definitiva. Foi cá que passou a sua infância e se interessou por música, depois de ouvir artistas como Sam The Kid, Valete, Dji Tafinha, Boss AC e canais de música como MTV ou MCM. “Comecei a escrever as minhas primeiras rimas, mas só para mim, não mostrava a ninguém”, explica. Através do Kappalifha, que já cantava, gravou a primeira música em estúdio e, desde aí, nunca mais parou de cantar.

O grupo, formado então em 2011, ficou a conhecer-se através do clube de basquetebol ACD Ferragudo, onde os quatro jogaram e tinham a paixão por este desporto em comum. Inicialmente, era formado por Netscreen e Tony Boy, que se intitulavam como Lucifer Team, juntando-se a eles Kappalifha e MonkeyBonne, que já faziam parte do grupo de amigos. Já como Intocáveis, as condições eram poucas ou quase nenhumas para pôr em prática os projetos que tinham em mente, e as primeiras captações foram feitas no estúdio de um amigo em Portimão que, na altura, era o que apresentava mais condições. É em 2012 que surge a primeira música intitulada “Cá em Portimão”, ainda com a participação de um quinto membro, o cantor G-Snake, que acaba por deixar o grupo por motivos pessoais. A música, que seria para o quinto membro, acabou por se tornar na primeira faixa e vídeo d’Os Intocáveis que, como refere Netscreen “foi uma brincadeira que caiu na graça do público”, apesar de muitos terem criticado inicialmente o projeto.

Fizeram duas mixtapes, gravavam em casa uns dos outros e começaram por fazer pequenos concertos, onde incluíam alguns trabalhos a solo como “Baby És Só Tu”, “Baby Não Vai Embora” ou “Mulher” de Kappalifha, que já se encontrava no mundo da música há mais tempo que os restantes. Assim, foram juntando dinheiro para comprar a primeira mesa de mistura e o primeiro microfone, embora este processo não tenha sido fácil para os quatro. «Como nós, há milhares de jovens em Portugal com as mesmas dificuldades. Quando começámos, nem sequer queríamos fazer kizomba, simplesmente nos encaixamos nesse género, mas as maiores dificuldades foi a falta de respeito e de oportunidades», conta o grupo, que critica a forma como muitas vezes foram tratados. «Se não nos recebem bem, também vamos para o palco com uma postura diferente, não vamos alegres, vamos fazer o nosso trabalho, mas não é o mesmo», explica Tony Boy, que dá o exemplo de um concerto no Coliseu dos Recreios, onde partilharam palco com Anselmo Ralph, entre outros.

O álbum “De Fa(c)to” surge numa altura em que Os Intocáveis precisavam de algo físico para mostrar o seu trabalho, pois durante muito tempo davam concertos apenas com alguns singles de grupo e a solo, incluindo o hit “Não Balança”, que conta atualmente com um milhão de visualizações. «Tivemos muitas dificuldades, porque o álbum foi todo financiado por nós, pagámos videoclipes, músicas, marketing, catorze faixas com o nosso suor, com ou sem agente conseguimos», afirma MonkeyBonne. Desta forma, sai em 2015 o primeiro álbum da banda, que dá voz a sucessos como “Confundir”, “Feitiço”, “Não Provoca”, “Quem Tu És”, “Desequilibra” ou “Bixo Pega”, fora os já conhecidos "Inventei o Mundo", “Fica Longe de Mim” ou “Ta Mbora Bom”.

Hoje em dia, com muito mais condições e reconhecimento, o grupo afirma que o seu trabalho tem sido muito bem recebido, apesar de ainda não terem sentido o peso da fama. «O mundo da música é muito injusto, agora estamos aqui, amanhã estarão outros», explicam Os Intocáveis, que têm como objetivo levar a sua música o mais longe possível, incluindo aos seus países de origem. Antes de entrar em palco, agradecem sempre a Deus e acreditam que, para um concerto ser bom, basta a casa cheia e o público a cantar as suas músicas. «Já chegámos a sítios e vemos fãs de 40 anos a curtir a nossa música, já vieram pessoas de muito longe que fizeram muitos km só para nos ver, rapazes a cantar as músicas…», vão contado.

Nomeados recentemente para a categoria de Artista Revelação do Ano 2015 nos Kizomba Music Awards, os Intocáveis afirmam que não se inspiram em mais ninguém senão neles próprios, para fazer o melhor possível. Lançaram há dias o videoclip de “Feitiço”, com a participação de G-Amado, produtor da banda, mas prometem trazer mais novidades em breve. Dizem não querer atuar sempre em discotecas, mas em grandes palcos, ao lado de pessoas que admiram, como Dji Tafinha, Anselmo Ralph, Matias Damásio, Paulo Flores, Bonga, Sam the Kid, Hernâni, Força Suprema, Jey V, Valete, ou mesmo Seu Jorge, Ana Carolina e Martinho da Vila. Depois de correrem o país de cima a baixo, e de vários concertos no estrangeiro, esperam agora poder crescer e ganhar o estatuto que todos os artistas idealizam, ao estilo ‘intocável’.

  • Nome Artístico: Tony Boy, Netscreen, Kappalifha, MonkeyBonne
  • Nome Real: António, Nilvan, Alfredo, Donay
  • Data de Nascimento: 14-11-1992, 15-03-1992, 22-09-1992, 12-03-1992
  • Naturalidade: Angola e Moçambique
  • Residência: Portimão
  • Géneros Musicais: Rap, Hip-Hop, Kizomba
  • Influências: Dji Tafinha, Força Suprema, Artistas Moçambicanos, Tupac, Notorious, Anselmo Ralph, entre outros

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    Uma música sua: Confundir, Não Balança, Não Provoca, Arrependimento
  • Comida preferida: Funge, Mufete (Kappa) Salmão com Legumes Salteados (Net Screen) Funge, Cachupa, Pirão (Monkey) Carne Sul-Africana, Grelhados, Matapa (Tony)
  • Página Facebook: https://www.facebook.com/IntocaveisGrupo
  • Mensagem para os fãs: Agradecemos a todos os fãs, continuem a apoiar e a mandar mensagens pois sem vocês nada seria possível. A nossa vida mudou muito por saber que há pessoas que nos tomam por exemplo e acreditam no nosso grupo. Estamos a trabalhar em coisas novas, sempre para vos surpreender e agradar. Obrigado Família Intocável

osintocaveis

Para entrar em Fevereiro em grande, uma novidade em grande! O angolano C4 Pedro é o cantor escolhido para Artista do Mês, fica a saber mais sobre os teus artistas preferidos no teu Mais Kizomba.

É conhecido como C4 Pedro, Pedro Henrique Lisboa Santos, C4 devido ao filme “Rush Hour”, protagonizado por Jackie Chan. Nasce a 7 de Julho de 1983 e vive até aos 16 anos em Luanda, Angola, numa altura em que a música já fazia parte da sua vida, muito graças à influência do seu irmão e dj Zé Boy. «Tenho familiares músicos, mas eu não acredito que a influência é que me fez tornar músico. Foi mais uma escolha pessoal», afirma o cantor, que em 2007 decide tornar a música uma profissão. Mas existia outra paixão na vida de C4 Pedro – o basketball, modalidade que deixou pendente devido a uma lesão grave. Desde aí, o basket continuou na sua vida, mas não lhe toma muito tempo devido ao esforço físico que requer. «Não posso chegar ao palco com o nariz quebrado não é?», brincou.

Entre a vontade de ser cantor e a sua vida pessoal, C4 parte para a Bélgica com os irmãos onde vive durante dez anos, num meio onde o seu estilo musical não era muito reconhecido. Aprendeu francês, formou-se em Eletricidade Industrial e posteriormente em máquinas industriais de café, trabalhando nessa mesma área. De regresso a Angola, em 2009, lançou o disco de estreia “Lágrimas - Um Só Povo Uma Só Nação”, com 20 faixas, produzido e editado em em França com colaboração do seu outro irmão, Lil Saint. Durante um ano e meio, cantou em muitos palcos angolanos de graça e ofereceu discos, na esperança de fazer valer o seu trabalho, até que recebe a chamada de Afonso Quintas, figura importante da rádio do seu país, que começou por passar a música “Dá Só”, um sucesso imediato.

O fato de ter vivido em países distintos transformou a música que faz, não só pelas influências de artistas que ouvia na altura, como Cesária Évora, Bonga, Stevie Wonder, música antiga francesa, mas também pelo convívio com culturas diferentes, que o tornaram num músico do Mundo. «Eu acho que a minha forma de ser não é típico angolano, típica portuguesa, moçambicano, guineense ou belga. Eu acabo por beber um pouco de varias nacionalidades», conta.

O seu segundo trabalho de originais “Calor e Frio”, acabaria por chegar em 2011, e lança definitivamente o cantor nas boas graças do público. Com onze canções, entre as quais “Calor e Frio”, “Pokémon e Pikachu” e “Ser Angolano”, o álbum tem a participação de Ary, Calado Show, Johnny Ramos e Big Nelo. «Sou um músico que gosta de parcerias, gosta de colaborações. Não tenho problema nenhum em partilhar méritos e aplausos», explica C4 Pedro, que tem ainda o desejo de colaborar com o brasileiro Seu Jorge, com quem irá partilhar palco na próxima edição do Meo Sudoeste.

O sucesso chega a Portugal com o single Bo Tem Mel, colaboração com Nelson Freitas que explodiu em 2014 por todo o país. «Não só recebem bem o meu trabalho, como também divulgam. Os meus grandes promotores são os fãs. Hoje vou a Bélgica, chego ao aeroporto e tenho portugueses à espera de familiares que dizem: olha o C4 Pedro!», conta o cantor, que sentiu um grande salto na carreira, ao chegar a Portugal. Mais sucesso conquistou com a dupla B4, onde colaborou com Big Nelo até Setembro de 2015, deixando pelas pistas de dança um rasgo de grande reconhecimento por hits como “É Melhor Não Duvidar”, “Baby Tu Sabes” ou “Mapolopolo Mané”, a primeira com mais de 23 milhões de views no youtube.

Quando está em palco, C4 Pedro admite que deixa tudo nas mãos de Deus: «Ao entrar em palco fazemos um “shake hands” com os Piluka, com a banda, com meu agente. Tentamo-nos lembrar que acima de tudo somos muito humanos, sabemos estar ali a brilhar mas não somos maiores do que ninguém», refere. O cantor diz ter sido no Coliseu dos Recreios, dia 26 de Junho de 2013 o seu concerto mais memorável, embora o que se avizinha no Campo Pequeno, dia 8 de Abril, lhe pareça surreal. «Acredito que de 2013 até agora, acabei por ganhar mais fãs, mas não sei se ganhei mais fãs com energia de irem a correr para ver um show no Campo Pequeno ou ganhei mais fãs que ficam em casa a apreciar uma boa musica no youtube (risos)», explica.

Apesar da fama, admite que lhe passa um pouco ao lado toda esta questão de ser conhecido, até por assegurar ser uma pessoa muito caseira, e que é nas redes sociais que nota um maior impacto enquanto figura pública, por ser o meio com o qual se relaciona com os fãs e dá a conhecer o seu trabalho. Mais recentemente, em Setembro de 2015, C4 Pedro lança o seu último álbum de originais como cantor e produtor, o “King Ckwa”, que inclui os mais recentes hits “Azar da Belita”, “Muita Areia” ou “African Beauty” com Dj Maphorisa. Com muitas sonoridades distintas à mistura, foram convidados a participar Nelson Freitas, Pérola, Zona 5, Prodígio, Big Nelo, entre outros.

C4 Pedro, que assinou recentemente com a discográfica Sony Music Entertainment, uma parceria que permitirá levar a sua música a muitos mais países, diz querer promover o seu álbum e continuar a trabalhar com os seus pupilos Piluka, mas deixa uma ponta do véu: «Vou lançar em breve a minha própria marca». É de salientar os mais recentes prémios ganhos pelo cantor nos Kizomba Music Awards, nas categorias de “Melhor Artista Masculino” e “Melhor Álbum” do ano.

Ficha Técnica

  • Nome Artístico: C4 Pedro
  • Nome Real: Pedro Henrique Lisboa Santos
  • Data de Nascimento: 7 de Julho de 1983
  • Naturalidade: Luanda, Angola
  • Residência: Entre Portugal e Angola
  • Influências: Loony Johnson, Cesária Évora, Bonga, etc
  • Comida preferida: Feijão
  • Destino de sonho: Jamaica
  • Página Facebook: https://www.facebook.com/c4pedrofficial
  • Mensagem para os fãs: Olá meus amigos, queria sobretudo agradecer-vos o vosso carinho de sempre. Cada dia vou-me apercebendo onde estão os meus fãs e vou aprendendo a procurar-vos e encontrar-vos, cada um nos seus cantinhos, nos seus buracos ou nas suas grutas, mas eu vou sempre atras de vocês. Obrigada pelo vosso carinho, a vossa força, as vossas votações nos tops. Eu sei que tenho muitos fãs ligados à net cá em Portugal. Aliás parece que Portugal e Moçambique são dos países que mais procuram pela minha música, tirando Angola. Então muito obrigado, estamos juntos, espero que 2016 seja um ano de muitas conquistas.

Vê aqui a nossa mais recente entrevista ao C4 Pedro, com a nossa apresentadora Andreia Filipe.

c4pedro

Mês de Janeiro é sinónimo de novidades, e nós também as temos. O teu Artista do Mês contará, não só com a já conhecida biografia e ficha técnica, mas também com uma entrevista exclusiva aos artistas pela equipa Mais Kizomba. Cire foi o cantor escolhido para iniciar 2016, fica a saber mais no teu Mais Kizomba. 

Cire nasceu a 18 de Outubro de 1991 em Vila Franca de Xira, Portugal, ainda sob o nome de Luís Miguel Gonçalves Boavida. O cantor, de descendência moçambicana, enveredou inicialmente pela representação, quando aos oito anos fez um anúncio publicitário. «É-me impossível ser feliz sem a música» afirmou, ainda que tenha conseguido alguns papéis secundários em produções da TVI.

As suas ligações à música devem-se e muito ao seu irmão, um cantor e compositor conhecido por Mc Raptor que, por inconveniência da vida, acabou por falecer em 2010. «Deu-me uma força inexplicável para lutar pelo sonho de ambos», desabafou Cire, que tinha partilhado os palcos com o irmão na digressão do álbum “Pontos nos Is”, como back vocal. Assim, com a influência de pai e irmão, que lhe incutiram cultura musical desde cedo, Cire foi profissionalizando a sua presença em palco.

Convidado pela discográfica do cantor Emanuel, AM Produções, juntou-se à banda Smack, com banda sonora incluída na série portuguesa “Morangos com Açúcar”, com participação em programas de canais nacionais e abertura de concertos de alguns artistas, incluindo David Carreira. «Há artistas dos quais eu gosto muito e sigo bastante o trabalho deles. Penso que a cultura esta a evoluir cada vez mais, o que é bastante bom», revelou o cantor, que tem o desejo de colaborar com Bonga ou Matias Damásio.

Em 2013, lança o primeiro single a solo intitulado “Não te vou deixar”, que rapidamente chegou às 600.000 mil visualizações no youtube. “Você me Engana” é o novo tema de Cire, que conta com quase um milhão de visualizações no canal do Mais Kizomba. Como inspiração para os seus temas, o cantor tem em conta experiências suas e dos seus amigos, bem como filmes que lhe despertam curiosidade. E como lida com a fama, perguntam vocês: «É algo que não dou qualquer importância, sinceramente passa-me completamente ao lado. Somos todos humanos feitos de carne e osso, no final das nossas caminhadas iremos todos parar ao mesmo sítio» diz, apesar de gostar de ver o seu trabalho reconhecido e considerar como família os seus fãs.

Antes de entrar em palco, benze-se e manda mensagem à namorada, uma rotina que diz ser importante, mas não mais importante que ele próprio, pois só ele tem a capacidade de fazer acontecer. «Tenho gostado muito de atuar do norte a sul de Portugal, é um povo muito acolhedor e simpático», confessa. Quer atuar em Moçambique devido às suas raízes, e à família que lá deixou e ainda não teve oportunidade de conhecer.

Em 2015, o cantor deu mais um passo na sua carreira ao integrar a agência de música WMM – World Music Management, ao lado de Master Jake, Twenty Fingers, Nellson One e Mona Nicastro. «Neste momento estou a pensar lançar o meu primeiro EP, composto por cinco temas, todos eles acompanhados de videoclip. Mas para breve irá sair o meu featuring com um artista que admiro muito, o G-Amado» contou Cire, que espera poder lançar o seu trabalho já no final de Janeiro. O seu desejo para o futuro é que possa ver a sua vida estabilizada, tanto a nível profissional como pessoal, com filhos e muita saúde.

Ficha Técnica

  • Nome Artístico: Cire
  • Nome Real: Luís
  • Data de Nascimento: 18-10-1991
  • Naturalidade: Vila Franca de Xira, Portugal
  • Residência: Lisboa
  • Géneros Musicais: Kizomba, Ghetto Zouk
  • Influências: R&B, Hip-Hop
  • Uma música sua: Dá-me a tua mão
  • Uma curiosidade: Adoro cozinhar
  • Comida preferida: Caril de Amendoim, Lasanha
  • Destino de sonho: Moçambique
  • Página Facebook: www.facebook.com/oficialcire

Mensagem para os fãs: Obrigado a todos aqueles que têm estado sempre comigo, do meu lado. Espero que a família cresça, cada vez mais. A todos os fiéis, muito obrigado.

cire

O que é que queremos para Dezembro.. humm.. será o Artista do Mês? Claro! Este ano temos uma prenda especial, a cantora Nsoki. Fica a saber mais sobre os teus artistas preferidos no teu Mais Kizomba!

Nsoki Neto nasceu a 19 de Junho em Luanda, Angola. A 'princesa do zouk', como foi carinhosamente apelidada pelos seus fãs, podia ser agora gestora financeira, devido à sua formação em Finanças, no entanto, após terminar o curso universitário, a música falou mais alto. Nos Estados Unidos, onde viveu, participou em grupos corais e peças teatrais, onde cantava música lírica. “Tendo vivido em vários países como EUA e Cuba, fiquei muito mais a aberta a vários estilos musicais. Na minha música consigo incorporar vários dos estilos que aprecio”, explicou a cantora, que se inspira nas experiências de vida que acontecem ao seu redor. 

Por insistência dos amigos, Nsoki regressou a Angola para gravar o seu primeiro disco. Pelo caminho, em 2009, a artista casa-se com o seu manager Iuri Neto, com quem tem uma filha. Quatro anos de gravação e chega em Outubro de 2012 o seu primeiro sigle “Meu Anjo”, com participação de Nanutu e Johnny Ramos. “Adoro participar em trabalhos dos outros artistas. A troca de experiências é muito positiva e, por vezes, o trabalho em conjunto pode trazer musicas únicas e inesquecíveis”, afirma.

Em Outubro do ano seguinte, Nsoki lança o seu primeiro álbum com o mesmo nome do single, que conta com três hits nacionais - “Infeliz”, “Hoje sou Feliz” e “Bye Bye”. Gravado entre Angola, Holanda, Brasil e Portugal, este primeiro trabalho teve a produção de Heavy C, Johnny Ramos, Nguabi Montel e o brasileiro Ricardo Duna. Ainda em 2013, a 'princesa do zouk' foi surpreendida com três nomeações na primeira edição dos Angola Music Awards, nas categorias de Melhor Artista do Ano, Melhor Voz Feminina do Ano e Diva da Música, vencendo as duas primeiras. No ano seguinte, teve sete nomeações e ganhou uma, sendo a artista mais nomeada da edição 2014. “Ainda estou a aprender a lidar com ela [a fama], não deixo que me suba à cabeça ou que domine a minha vida”, revelou a cantora, que diz querer colaborar com Yuri da Cunha.

Com o sucesso, Nsoki viu um dos seus sonhos ser realizados mais cedo do que o esperado: um espetáculo em Luanda na Casa 70 com lotação esgotada. De seguida, canta no Cine Atlântico com cerca de seis mil fãs. Para um concerto ser perfeito, a cantora diz que é necessário “o público ser recetivo e apreciar boa música” e que, dependendo da ocasião, faz “movimentos de respiração e orações” antes dos seus espetáculos.

De momento, Nsoki promove o seu segundo álbum "Prova dos 9", lançado a Novembro deste ano. “Até agora a recepção tem sido positiva. Neste momento tratarei de promover ainda mais o meu trabalho em Portugal, uma vez que já vi que existem pessoas que apreciam a minha música”, contou a artista, que diz ter as filhas, Kiriana e Kaya, como suas maiores fãs.O disco foi gravado em Portugal e Angola e conta com a produção de Cox Santana, Lbeats, Baby C, Nelson Klasszik, Aires, Ravidson, Wando Moreira, Boper e Carlos Juvandes. Outros colaboradores do disco são Lil Saint, Anselmo Ralph, Halison Paixão, Bolingó, Ravidson e Ivan Alexei. 

Nsoki tem o desejo de fazer um grande concerto em Portugal e, daqui a dez anos, espera ainda cantar e ter vários álbuns lançados, assim como uma carreira sólida.

Curiosidades

  • Nome Artístico: Nsoki
  • Nome Real: Nsoki Neto
  • Data de Nascimento: 19 de Junho
  • Naturalidade: Luanda, Angola
  • Residência: Luanda, Angola
  • Géneros Musicais: Kizomba, Zouk, Soul e R&B
  • Influências: Whitney Houston, Johnny Ramos, Yola Semedo, R Kelly
  • Uma música sua: Meu Anjo
  • Comida preferida: Pizza e Moamba de Ginguba
  • Destino de sonho: Maldivas
  • Página Facebook: https://www.facebook.com/NsokiMusic/
  • Mensagem para os fãs: Adoro-vos! Obrigada pelo carinho

nsoki

Os dias estão mais pequenos, mas não tens desculpa para não ler o teu Artista do Mês! Em Novembro, o escolhido é o cabo-verdiano Johnny Lima, fica a saber mais sobre o teu artista preferido no teu Mais Kizomba.

João Martinho Lima nasceu a 8 de Fevereiro de 1973 em Cabo-Verde, Santo-Antão. Sempre viveu com a mãe, no seio de uma família numerosa e, curiosamente, já tinha raízes portuguesas, uma vez que a avó paterna era madeirense. Segundo o artista, o sonho de seguir a carreira musical sempre existiu, mas só quando rumou a Portugal, aos 18 anos, é que percebeu que talvez o seu sonho fosse possível.

Começou por cá como cabeleireiro, sem nunca esquecer o seu objetivo. Em 2002, consegue fazer o seu primeiro trabalho musical, o álbum “Fã” só de originais, que se manteve em 1º lugar, durante meses, nos tops africanos com a música “Always in My Heart”. Em 2004, lança o álbum “Explosão Love”, onde deu a conhecer artistas pouco falados até então. No que diz respeito a colaborações, Johnny Lima vê como um crescimento profissional: “É sempre bom trabalhar com outras pessoas, pois cada um tem algo que nos torna mais completos”.

Já em 2010, surge o seu segundo trabalho intitulado “2-1”, seguido de “Entre 4 Paredes” em 2013, que deixou os fãs em êxtase com a música “Errar é Humano”. A sua inspiração musical vem do amor, de histórias que já marcaram a sua vida e a dos outros, diz o cantor.

Para projetos futuros, Johnny Lima tem o lançamento do seu quarto álbum “For You”, que conta com a participação de Zé Espanhol, Hugo Pina, Yudi Fox e Kevin Lima. Afirma que gostava de cantar em Angola e de levar a sua música aos quatro cantos do mundo. Para ele, o público português é muito acolhedor e fá-lo sentir em casa.

Ficha Técnica

  • Nome Artístico: Johnny Lima
  • Nome Real: João Martinho Lima
  • Data de Nascimento: 7/2/1980
  • Naturalidade: Santo Antão, Cabo Verde
  • Residência: Portugal
  • Géneros Musicais: Kizomba, Zouk, Funaná, Tarraxinha
  • Influências: Philip Monteiro
  • Comida preferida: Cachupa
  • Destino de sonho: Caraíbas
  • Página Facebook: https://www.facebook.com/johnnylimaoficial
  • Mensagem para os fãs: Quero Agradecer a todos os meus fãs, tudo o que têm feito por mim, isto não seria igual sem cada um de vocês. Agradeço de coração toda a força que me dão. E brevemente estarei ao pé de vocês, com temas novos para vos aquecer!

Johnny Lima

 
 
 
 
 

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